quinta-feira, 22 de abril de 2021
sexta-feira, 5 de março de 2021
AS DUAS FACES DE UMA ETNIA (UMA ETNIA É ADAPTÁVEL AO MEIO?)
Na infância e adolescência eu estive presente na construção de uma cidade (São José do Rio Preto - SP), ocasião em que percebi que os imigrantes portugueses destacavam por serem proprietários de comércios (principalmente padarias) e trabalhavam os 7 dias da semana sem tirarem férias, além de permanecerem todos os dias até a meia noite após terem iniciados as confecções de pães em torno das 4 horas, com os finais de semana em 24 horas. Eu fui de uma família em um comércio destes (bar e secos e molhados) e que fez parte de uma sociedade na construção de um Grande Hospital (BENEFICÊNCIA PORTUGUESA). Assistindo a tudo de perto cheguei a pensar que três pilares sustentavam a ETNIA PORTUGUESA: TRABALHO, FAMÍLIA E SAÚDE.
Já adulto formado engenheiro fui ajudar na construção de um NOVO ESTADO (MS), como BRASILEIRO (condição que me foi presenteada pelo Regime Militar Brasileiro). Enquanto trabalhava na construção do novo estado assisti a criação de uma sociedade de imigrantes portugueses para a construção de um GRANDE CLUBE (ESTORIL) em Campo Grande, que ao ser concluído talvez chegou a ser o MAIOR CLUBE DO ESTADO, onde foram realizados os MAIORES CARNAVAIS.
terça-feira, 2 de março de 2021
OITO DE MARÇO É O MAIS BELO DIA DO CALENDÁRIO...
sábado, 27 de fevereiro de 2021
domingo, 21 de fevereiro de 2021
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP) NA GERAÇÃO DE FERRO
Casava meus horários de trabalho com minhas caminhadas diárias de mais de 2 km - na ida e volta = 4 km, e em dias de educação física, 8 km - para chegar em minha escola “Alberto
Andaló”. No ano de 1966 (13 anos de idade) foi no período noturno, em que eu descia a Rua São João até atravessar a estrada de ferro e um caminho no meio de matagal, brejo e uma pinguela
(com passagem para apenas uma pessoa) sobre o Rio Preto (hoje Av Philadelpho), e subida de um morro, com a volta muitas vezes após as 23:00h e sem qualquer iluminação. Época em que os vereadores não recebiam salários.
A fase adulta chegou e recém formado em Engenharia, deixei essa bela e aconchegante cidade e fui ajudar a construir um novo Estado em uma região pouco habitada e de má fama relacionada com TRAFICANTES e outros bandidos: inicialmente Mato Grosso, que em seguida recebeu o DO SUL , levando OS VALORES DE MINHA CIDADE, que não foram bem aceitos no local.
sábado, 23 de janeiro de 2021
sábado, 2 de janeiro de 2021
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
ENGENHEIRO DENTRO DE EMPRESAS PÚBLICAS POR MAIS DE 20 ANOS TENTANDO SER ÍNTEGRO?
ÚNICA VEZ QUE NÃO ACATEI ORDEM SUPERIOR: Um grupo de Engenheiros (encabeçados pela minha chefia imediata ENGENHEIRO Oswaldo) e os Diretores do Rádio Clube acertaram desse grupo executar serviços de instalações elétricas e de iluminação no Clube (mão de obra e material da Enersul ou do Clube de Empregados da Empresa), em troca de TÍTULOS DO CLUBE. Como não vi com bons olhos, eu não me interessei em fazer parte. Como era de costume ao sair de férias, ele entregou-me suas funções juntamente com seus trabalhos em andamento (SEM NENHUM ACRÉSCIMO FINANCEIRO). Ao tentar ordenar-me que assumisse aqueles serviços alheios à empresa eu disse: ”Com tantos engenheiros envolvidos (EU NÃO ESTAVA), não poderia ser entregue a algum deles? Minha solicitação foi acatada. Passado algum tempo aconteceu algum rebuliço parecido com esses da Petrobrás, com publicações em jornais, etc, mas não fiquei sabendo de ninguém que tenha sido penalizado de alguma forma.
Não suportando o SISTEMA DE EMPRESA PÚBLICA, vendo em toda troca de governador, uma avalanche de NEPOTISMO e com os desafetos sendo pisados, eu resolvi conversar com a Empresa para entrar em um PDV. Inicialmente foi afirmado que o Diretor havia dito que “OS BONS FUNCIONÁRIOS NÃO SERIAM DEMITIDOS”. Como fui insistindo o NÍVEL FOI BAIXANDO, passando por: “Você não conhece algum político para te colocar no PDV?” No que respondi: “Não precisei de político para entrar, vou precisar para sair?”
SEGUNDA EMPRESA: Após 16 anos longe de Empresa Pública, e estando no Estado de São Paulo, achei que era um Estado tecnicamente mais evoluído, inclusive a ADMISSÃO SERIA POR CONCURSO PÚBLICO, resolvi encarar mais um desafio, classificado na primeira colocação.
2. Fui abordado nos corredores do prédio pelo Sr. Maurílio, que vim a saber que era o segundo escalão em Itatiba, sem formação em engenharia, que me colocou em seu carro particular e levou-me para circular diversas instalações esparramadas pela cidade de Itatiba, e no final ordenou: “É para fazer os projetos elétricos de todas as instalações visitadas em 15 dias, SEM PLANTAS, SEM MEDIDAS, SEM CONHECIMENTO DAS INSTALAÇÕES EXISTENTES E SEM CARRO".
3. Fui abordado pela chefia superior à imediata ENGENHEIRO Maurício Polezzi que entregou-me um pacotão de memoriais descritivos e plantas de um Empreendimento Imobiliário: “Para análise e aprovação". Tendo-lhe dito: “Vou necessitar de algum tempo para descobrir se existem NORMAS DA SABESP para serem obedecidas e também se estão sendo respeitadas as NORMAS DA ABNT, tendo o mesmo replicado: “Dê apenas uma passada de olhos e ASSINA COMO ENGENHEIRO para poder cumprir o cronograma que já está atrasado”.
Isso foi apenas a recepção, dá para imaginar o restante.
EM UM COISA A EMPRESA DO MATO GROSSO SE MOSTROU MUITO, MUITO, MUITO SUPERIOR À DE SÃO PAULO: Havia preocupação no RESPEITO ÀS NORMAS, talvez seja pelo fato do CREA de lá impor mais respeito.
































