quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
CADA NOVO ANO... MINHA VIDA SOFRE UMA METAMORFOSE...
A CADA ANO MINHA VIDA PASSA POR UMA METAMORFOSE. OS QUE SE DESTACARAM FORAM:
* O ANO DA PARTIDA (DE PORTUGAL COM MINHA LUZ RUMO AO OCIDENTE)
* O ANO DO PAPAGAIO (CONSTRUTOR E VENDEDOR DE PIPAS)
* O ANO DO PALMEIRENSE (ÉPOCA DA ACADEMIA)
* O ANO DO PROJETISTA (DE ENGENHARIA)* O ANO DA PARTIDA (DE PORTUGAL COM MINHA LUZ RUMO AO OCIDENTE)
* O ANO DO PAPAGAIO (CONSTRUTOR E VENDEDOR DE PIPAS)
* O ANO DO PALMEIRENSE (ÉPOCA DA ACADEMIA)
* O ANO DO POUPADOR (TEMPOS ÁUREOS DA POUPANÇA)
* O ANO DO PANTANAL (NO PARAÍSO VI QUE O ANIMAL NOS ESPREITA É NAS CIDADES)
* O ANO DO PREGÃO (DA BOLSA DE VALORES)
* O ANO DO PROGRAMADOR (DE COMPUTADOR)
* O ANO DO PROFESSOR (O MELHOR DOS ANOS)
* O ANO DO PEDREIRO LIVRE
* O ANO DO PESQUISADOR (MESTRADO EM ENGENHARIA)
* O ANO DO PASSEIO (PELA TRANSAMAZÔNICA DE MONZA)
* O ANO DO PROPRIETÁRIO (DE IMÓVEIS)
* O ANO DO PEDREIRO
* O ANO DO PINTOR
* O ANO DO PEREGRINO (PARA DENTRO DA ALMA)
* O ANO DO PIERRE (DA GAMA - NASCIMENTO DO ESCRITOR)
* O ANO DO PORTUGUÊS (AGRESSÕES DE RACISMO NA TERCEIRA IDADE)
* O ANO DO POETA (2014)
* O ANO DO POLÍTICO (NÃO EXISTIU E ESPERO NÃO EXISTIR)
* O ANO DO PÓ (QUANDO SERÁ QUE DEUS IRÁ QUERER MINHA ALMA DE VOLTA?)
2014 FOI O ANO DO POETA
QUE VENHA 2015!!!
COMO A VIDA É REPLETA DE MISTÉRIOS, E A MINHA TEM SE MOSTRADO RICA EM METAMORFOSES, SÓ ESPERO QUE 2015 NÃO SEJA "O ANO DO POLÍTICO", E NEM DE QUALQUER AGRESSÃO, SEJA FÍSICA, FINANCEIRA OU MORAL, À QUALQUER SEMELHANTE... E QUE APESAR DE SER PEDRO, NÃO SEJA UMA PEDRA A FICAR LAMENTANDO DE ALGUMA COISA, TOTALMENTE IMÓVEL...
sábado, 20 de dezembro de 2014
É NATAL!!!
Senhor!
Continue fazendo de mim um instrumento de seu Poder e Justiça. Mesmo que eu seja perseguido, que sofra e chore, sina dos Seus Filhos eleitos para refletirem a sua imagem, que tem o seu símbolo representado no NATAL...
FELIZ NATAL!
Um
Natal de amores e valores, e um novo ano
que não seja contaminado com os horrores dos malfeitores vistos na mídia, ou ao
vivo e a cores, para que a felicidade, como flores, seja sua companhia
constante por onde fores. E que nunca percas, da vida, os sabores!
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
ESTRADA PARA A VIDA
Poema que conquistou o primeiro lugar (Poesias - abrangência nacional) no Concurso Cultural "100 ANOS DA ESTRADA DE FERRO DE CAMPOS DO JORDÃO"
ESTRADA PARA A VIDA (UMA VIAGEM NO TEMPO)
(Pierre da Gama)
E vinha a locomotiva soltando fumaça a plenos pulmões
Cortando verdejantes montanhas
Conduzindo almas com dores nas entranhas
Cortando verdejantes montanhas
Conduzindo almas com dores nas entranhas
Que levavam muitas esperanças nos corações.
Cortava serração, garoa e tempestade
Aos solavancos e barulho estridente de um apito
Percorrendo ferreamente o terreno inóspito
Tendo a chegada esperada com muita ansiedade.
Tendo a chegada esperada com muita ansiedade.
Na volta trazia almas rejuvenescidas
As dores não mais existiam nos corpos
Com pulmões repletos de anticorpos
As dores não mais existiam nos corpos
Com pulmões repletos de anticorpos
E forças para iniciarem novas vidas.
O trem passou, o tempo passou, e a Estrada cresceu
Desapareceu a locomotiva a vapor
Deixando de no ar a fumaça expor
E a Estrada atingindo o seu apogeu.
Começou uma nova era para o comboio
Transportando para respirar o ar puro
Das montanhas com clima douro
Para as atribulações da vida dar um apoio.
Das montanhas com clima douro
Para as atribulações da vida dar um apoio.
Muitos chegavam para apreciar o frio da estação
Da janela do hotel deleitar-se com as paisagens
Guardando para sempre as belas imagens
Guardando para sempre as belas imagens
Enquanto o clima tiritava o corpo e aquecia o coração.
O tempo passava lentamente
A população rapidamente crescia
A população rapidamente crescia
O comércio se desenvolvia
Transportava de tudo para a cidade ficar efervescente.
Transportava de tudo para a cidade ficar efervescente.
O trem passou, o tempo passou, o comboio parou
Hoje tem muitas histórias para contar e encantar
Indo para respirar ar puro e o frio degustar
Não deixe de passear pela estrada que a muitos
fascinou.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
A ROTINA DE UM EMPREGADO
A
rotina de uma pessoa normal nos dias de hoje: Ao acordar vai dizendo “eh
relógio, já?”. Toma um café rapidamente, e senta em seu carro, para
deslocamento ao seu serviço, enfrentando maus motoristas, buracos nas pistas,
vias interditadas com os dizeres “estamos trabalhando para melhorar sua vida”,
e muito mais. No serviço, onde é considerado apenas um gráfico, é
constantemente pressionado pelas chefias para produzir mais e mais, muitas
vezes SEM SE PREOCUPAR COM A QUALIDADE, apesar de ser chamado de colaborador;
pelos colegas é considerado uma ameaça em suas pretensões de ser melhor visto
pelos olhos superiores, e te forçam entrar em uma disputa acirrada. No almoço,
engole alguma coisa rapidamente, por perto do seu “templo de trabalho” e volta.
Terminada a sua obrigação de cumprir horário, muitas vezes de duração
estendida, pega o carro novamente e enfrenta a volta como foi a vinda. Tendo
uma vida como se fosse uma máquina qualquer, trabalhando de forma incessante e
sem manutenção, o resultado não poderia ser diferente: desgastes prematuros na
saúde mental e física, provocando ESTRESSES, HIPERTENSÕES, INSÔNIAS E DEPRESSÕES,
tornando-se um forte candidato a problemas cardíacos, psicológicos e mal de alzheimer...
Para tentar aliviar esses desgastes e fornecer um
pouco de alívio a essas almas, criei este BLOG, denominado “BLOG QUE DESVENDA A
ALMA HUMANA”.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
RIO PRETO NOS TRILHOS
Atendendo a sugestão do meu concunhado Geraldo que, ao ver o meu Poema sobre a Estrada de Ferro de Campos do Jordão, sugeriu que eu fizesse um também para a Estrada de Ferro da cidade onde mais tempo vivi.
RIO
PRETO NOS TRILHOS
(Pierre da Gama)
(Pierre da Gama)
Rio preto nasceu como uma trilha de mineiro
Para mostrar fé elegeu São José Padroeiro
Mas só conseguiu entrar nos trilhos
Mas só conseguiu entrar nos trilhos
Com a chegada da EFA para o conforto de seus filhos.
Entrando nos trilhos da civilização
A cidade ficou em ebulição
Muito conforto o trem trazia
E na volta, muita produção conduzia.
Muito conforto o trem trazia
E na volta, muita produção conduzia.
A viagem de trem até a capital
Muitas vezes era vital
Por motivos simples ou inevitáveis
Por motivos simples ou inevitáveis
De passeios a negócios rentáveis.
Belos tempos, belos dias, de minha infância...
Quando a pé ou bicicleta com constância
Percorria o cruzamento da Vila Conceição
E no meio das árvores voava na imaginação.
Em torno dos trilhos muita aglomeração surgiu
A cidade em progresso explodiu
Se para o conforto há pagamentos
Seriam inevitáveis acidentes e sofrimentos...
terça-feira, 18 de novembro de 2014
PARA MIM, VOCÊ É UM JARDIM, SEM FIM
VOCÊ
É ASSIM
(Pierre da Gama)
Para mim
Você é assim
Um jardim
Sem fim
Para mim
Você é assim
Um jardim
Sem fim
Para mim
Você é assim
Você é assim
Um manequim
De cetim
Para mim
Você é assim
De amendoim
Meu pudim
Para mim
Você é assim
De marfim
O meu querubim
Para mim
Você é assim
O confim
Você é assim
De amendoim
Meu pudim
Para mim
Você é assim
De marfim
O meu querubim
Para mim
Você é assim
O confim
Tudo enfim...
terça-feira, 11 de novembro de 2014
SETEMBRO, DOCE SETEMBRO!
SETEMBRO, DOCE
SETEMBRO!
(Pierre da Gama)
Terceiro
dia de um mês ensolarado de setembro
Aproximando-se
do limiar do final dos anos mil
Mentiria muito se ousasse dizer que me lembro
Mentiria muito se ousasse dizer que me lembro
Minha
mãe abandonou as plantações às pressas, e pariu.
No transcorrer do setembro do ano seguinte
No transcorrer do setembro do ano seguinte
Dentro
de um navio luso rumo ao poente
Subia e descia escadas de uma embarcação sem requinte
Irrequieto, irritava e deixava a minha mãe doente.
Subia e descia escadas de uma embarcação sem requinte
Irrequieto, irritava e deixava a minha mãe doente.
Todo
setembro, logo que ia chegando
Trazia-me
mais uma nova primavera
E minha mãe se entusiasmava quando...
Com luz nos olhos relatava as dores que tivera.
E minha mãe se entusiasmava quando...
Com luz nos olhos relatava as dores que tivera.
Setembro
em meus dezoito anos afora
Em
pleno reconhecimento do ocidente
Presenteado por meu pai para não perder a hora
Presenteado por meu pai para não perder a hora
No
pulso ia marcando o tempo um Orient.
Setembro! Ah, meu doce setembro!
Conseguiu alegrar-me muito mais desta vez!
Setembro! Ah, meu doce setembro!
Conseguiu alegrar-me muito mais desta vez!
Mentiria
muito se dissesse que não me lembro
Ao
encontrar a alma gêmea... ela era do mesmo mês...
Setembro,
mês de início da primavera no Brasil
Prestei-lhe a minha mais singela homenagem
Casei-me dia vinte e dois de um mês de abril
Tendo já Bodas de Cedro na bagagem.
Prestei-lhe a minha mais singela homenagem
Casei-me dia vinte e dois de um mês de abril
Tendo já Bodas de Cedro na bagagem.
Setembros
chegaram e se foram, floridos como sempre
Trazendo e levando, amigos, amores e dinheiro
Trazendo e levando, amigos, amores e dinheiro
Sonhos
e emoções que nenhum metal compre
De aprendiz de engraxate a mestre engenheiro.
De aprendiz de engraxate a mestre engenheiro.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
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