terça-feira, 23 de agosto de 2016

DIGA DE ONDE VENS QUE A POLÍCIA DIRÁ QUEM ÉS...


Em meus derradeiros dias morando em Campo Grande – MS (onde estive por 18 anos), após ter deixado o Estado de São Paulo (onde tinha morado por 24 anos), estava em São José do Rio Preto (SP) estacionado em frente a uma casa de minha propriedade, rua Saldanha Marinho, nas proximidades da UNIRP da Boa Vista, aguardando a entrega de materiais para reforma. De repente uma viatura policial passou bem devagar ao lado e estacionou em frente. Saíram dois policiais com as mãos encostadas nas armas e me abordaram, solicitando documentos e revirando o interior e porta-malas do meu veículo, e bombardeando com perguntas ásperas. A situação só sofreu um relaxamento quando perguntaram: “Onde você pernoita quando está em Rio Preto” e respondi: “Na casa de minha mãe na Rua Campos Sales ao lado da residência do Prefeito da Cidade, que por acaso é meu Primo”. Aí foram se despedindo e se desculpando dizendo que eu estava estacionado em local suspeito. Não entendi ao que se referia mas completei: “E dentro de um carro com as placas (MS) de um ESTADO SUSPEITO”. Eles esboçaram uma leve concordância e se despediram...

Como meu BLOG tem visualizações em todas as partes do mundo, e caso alguém não entenda a ocorrência, completarei com links de notícias corriqueiras na mídia, para esclarecer a atitude dos policiais:


Jornal Carioca diz que MS é entreposto e Corumbá paraíso do tráfico

Rota do tráfico: PF apreende maconha, fuzil e 20 granadas que iriam para o RJ
http://www.midiamax.com.br/policia/rota-trafico-pf-apreende-maconha-fuzil-20-granadas-iriam-rj-300091

Apreensão de carreta mostra esquema de rota alternativa para o tráfico entre MS e PR
Traficantes presos pelo DOF levariam maconha para Campo Grande
http://www.navirainoticias.com.br/traficantes-presos-pelo-dof-levariam-maconha-para-campo-grande/

Governo de MS gasta R$ 11 milhôes por mês com presos na 'rota do tráfico'


Um comentário:

Pierre da Gama disse...

De repente uma viatura policial passou bem devagar ao lado e estacionou em frente. Saíram dois policiais com as mãos encostadas nas armas e me abordaram, solicitando documentos e revirando o interior e porta-malas do meu veículo, e bombardeando com perguntas ásperas. A situação só sofreu um relaxamento quando perguntaram: “Onde você pernoita quando está em Rio Preto” e respondi: